| Fim e Início de Ano – Avaliações e Projeções
Iniciando...
O fim de um ano e o início de outro são sempre momentos importantes na vida das pessoas, em geral para se fazer um balanço e, ao mesmo tempo, projeções. O mesmo ocorre também com as organizações. Numa escola, em especial, não é diferente. É, pois, momento de avaliar, de renovar esperanças e de vislumbrar novos horizontes. Enfim, uma nova caminhada, um novo ano letivo. As primeiras semanas sempre são marcadas por um intensivo seminário preparatório para o corpo docente; depois, o acolhimento dos alunos novos, novos e nem tão novos; e aí tudo começa a andar de novo!
É redundante dizer que todo o trabalho a ser realizado durante o ano letivo sempre deve estar alicerçado em boa reflexão e planejamento. Aqui no Sinodal isso pode ser percebido através do Plano de Direção, que, por sua vez, é a visualização anual daquilo que o Planejamento Estratégico define de maneira mais abrangente.
Antes de adentrarmos nas questões mais objetivas de nossa escola, é vital que reflitamos sobre o que paira por aí, as inquietações, as preocupações e os desafios, porque, afinal de contas, tratamos de uma das essencialidades da vida e da sociedade, que é a educação. E, em educação, uma das perguntas chaves e, por isso mesmo, mais responsáveis é: Que tipo de cidadão nós formamos e para que tipo de sociedade? Aliás, essa pergunta é inevitável e, exatamente por isso, merece ser repetida, revisitada e renovada.
Para tal, é necessário ver e analisar o que nos rodeia como corpo diretivo e docente e o que também circunda os nossos alunos e pais.
O contexto nacional – perspectivas
Para nós brasileiros está no ar um sentimento de que a situação está melhorando... Ou não é? Penso que sim!
O Editorial de Zero Hora, de 2 de janeiro, sob o título: A estrada da estabilidade, cita que até o Los Angeles Times, respeitado periódico americano, no último dia do ano de 2007, em reportagem ampla, reconheceu que o Brasil entra derradeiramente em 2008 no meio de seu melhor período de crescimento econômico, sustentado desde a década de 70, no chamado milagre brasileiro.
Para que tal informação exista, devem existir indicadores. Eles realmente existem? Entre vários citados, destacam-se: a) o aumento significativo dos investimentos estrangeiros no país, que chegaram, em 2007, a 30 bilhões de dólares; b) a diminuição da dívida externa; c) a descoberta do campo petrolífero Tupy, na Bacia de Campos; d) a redução da taxa básica de juros; e) o aumento da cautela com os gastos públicos. Bem, esse último item... só vendo!
Contudo, no mesmo artigo, há um alerta importante: “Se o país não realizar imediatos investimentos em infra-estrutura, todo este avanço poderá ser comprometido. São pontos preocupantes: estradas e portos são sobrecarregados, a demanda por eletricidade está crescendo rapidamente, e a energia pode ser racionada já no ano que vem se houver redução no fornecimento de gás boliviano, que atende a metade das necessidades nacionais”.
Urge, portanto, a necessidade de tomada de decisões políticas importantes, e já, para que novos colapsos estruturais não ocorram, como, aliás, já ocorreu ou ainda está ocorrendo com o transporte aéreo. Será que conseguiremos conspirar novamente contra nós mesmos pela inoperância, omissão e incompetência? Essas, além de outras, parecem ser marcas encravadas e imutáveis no pensar, ser, e fazer do político brasileiro.
Por quê? Para tentar entender, só lendo Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, Raízes do Brasil, de Iolanda, e Donos do Poder, de Raimundo Faoro. Aliás, essas são recomendações literárias obrigatórias para todo e qualquer brasileiro e, sobretudo, para todo/a e qualquer professor/professora. A partir daí, dá para começar a entender algumas coisas que nos intrigam.
Voltando a falar sobre a economia brasileira, entre todas as questões postas, o que mais deve nos preocupar é o brete energético, que a própria expansão industrial já está a apontar, pela dependência que temos dos vizinhos pouco confiáveis, como são atualmente os governantes populistas que comandam a Bolívia e a Venezuela.
Oxalá o programa do biocombustível, como o programa de energia alternativa, possa também ser uma ajuda nesse aspecto.
Corrupção se aprende? Ética e moral nascem onde?
Para não deixar no ar, penso que é importante retomar a reflexão sobre a moralidade e a ética, essenciais quando o assunto é educação.
O que vimos no cenário político brasileiro, durante o ano de 2007, envolvendo os três poderes, não pode passar em brancas nuvens... Tudo nos deixou novamente perplexos e embasbacados.
A pergunta, como educadores, é sempre essa? Mas de onde aprenderam isso? Por que tanta corrupção? Onde falhamos como escola, como sociedade? Etc e tal...
Pesquisas de psicanalistas brasileiros e americanos mostram e apontam que a questão é de berço, porque tudo se inicia com as pequenas, aparentes e inofensivas negociações cotidianas entre pais e filhos. É ali que se inicia o verdadeiro aprendizado moral e ético que as crianças levarão para a vida adulta.
Ao analisar os desenhos de crianças que freqüentaram o seu consultório em 31 anos de experiência clínica, o psiquiatra Alfredo de Castro constatou que 25% delas, perturbadas por situações de estresse familiar, foram vítimas de pequenas corrupções, mentiras e chantagens dos pais. Ele cita o exemplo de uma mãe que levou para a consulta o filho que, segundo ela, mentia demais.
Numa reportagem ampla no Jornal O Globo, RJ, do dia 24 de março de 2001, disse o psicanalista:
- “Ao final da sessão, ela me pediu um atestado médico. Disse que faltou muitos dias ao trabalho por outros motivos e que precisava de uma boa justificativa para o chefe. Ficou clara a origem do comportamento da criança. Se a mãe é tão mentirosa, como a criança vai aprender a falar a verdade?”
Fora do consultório, Castro Neto constata atitudes questionáveis também no cotidiano:
- “Vejo com freqüência, num clube, por exemplo, o pai que quer roubar no jogo de futebol para favorecer o time do filho. Parece um pai protetor, mas, na verdade, ele está comprometendo o aprendizado da ética pela criança.”
O americano Robert Coles, psicanalista da Harvard Medical School e autor do livro Inteligência Moral das Crianças, da Editora Campus, também alerta que a integridade ética do adulto começa a ser construída na família, quando diz:
- “Os pais são os mestres da ética na formação dos filhos. A criança é uma testemunha atenta da moralidade dos adultos ou de sua ausência. Ela busca sugestões de como se comportar e as encontra quando os pais fazem opções, mostrando, na prática, seus valores e suas opiniões.”
E continua:
- “Outro tipo de corrupção doméstica são as barganhas do tipo fique bem comportado que você ganhará um chocolate. A corrupção dentro de casa começa nas negociações domésticas mais simples, desde o dever de casa condicionado a um saco de balas até situações mais graves, como a mãe que dá ao filho um presente para que ele não conte ao pai que ela saiu para tomar chope com as amigas. O que ela está fazendo? Está transmitindo a ele lições de fraqueza de caráter.”
Por outro lado, Coles acrescenta:
- “As experiências provam que as crianças aprendem em casa a ser solidárias. Esse aprendizado resulta do dia-a-dia e é sinal de inteligência moral.”
O mesmo psicanalista continua dizendo que qualquer ensinamento moral só pode ser transmitido aos filhos pelo exemplo dos pais ou dos professores.
Quer dizer, a escola também tem, portanto, um papel importante na formação moral e ética dos alunos. A tarefa não é só dos pais. A tarefa deles é de primeiro grau e a mais importante, fundamental e originária. Na escola, contudo, o aluno tem uma segunda oportunidade, mas ela é, e isso não deve deixar de ser dito, complementar e secundária.
Assim, o cidadão de amanhã, o político, o profissional de qualquer área, em se tratando de postura moral e ética, não se forma na universidade, mas no âmago da família e, complementarmente, na escola.
Para que “monstros” não se criem, é importante cada um fazer a sua parte para depois não lamentarmos pela sociedade corrupta que criamos.
A afetividade equilibrada na relação professor-aluno para uma aprendizagem mais eficaz
Educação moral e ética foi tema abordado anteriormente e, com alguma profundidade, no último Plano de Direção.
Agora, pois, cabe perguntar: O que é Educação Integral?
Quando se fala em educação integral, deve-se ter presente que ela necessita abranger o lado cognitivo-intelectual, o afetivo e o social.
Todos esses aspectos são relevantes. Contudo, o afetivo parece-me que requer de todos nós uma atenção sempre renovada. Por quê? Por causa da própria complexidade da vida, de suas relações, desejos, aspirações, etc...
Henri Wallon, por ter sido o primeiro ou um dos primeiros a pensar não somente no corpo da criança em sala de aula, mas também nas suas emoções, quem sabe, pode nos ajudar.
Galvão, no livro Henri Wallon – uma concepção dialética do desenvolvimento infantil, Vozes, RJ, escreve que as idéias de Wallon apontam na seguinte direção: a inteligência, a afetividade e a formação do eu como pessoa são elementos básicos que sempre se entrelaçam e, por isso mesmo, se comunicam.
Para ele, as emoções têm um papel fundamental no desenvolvimento humano. Diz Wallon que “a emoção é o primeiro e mais forte vínculo entre os indivíduos. É fundamental observar o gesto, a mímica, o olhar, a expressão facial, pois são constitutivos da atividade emocional.” Ainda afirma que “é através da afetividade que o indivíduo acessa o mundo simbólico, originando a atividade cognitiva e possibilitando o seu avanço”.
Assim sendo, dá para se dizer que a estabilidade afetiva é elemento fundante para uma boa cognição. Sim, para ele, inclusive os desejos, as intenções e os motivos é que vão mobilizar a criança e o adolescente na seleção de objetos e atividades.
Para esse mesmo autor, o conhecimento do mundo objetivo é feito de modo sensível e reflexivo, envolvendo o sentir, o pensar, o sonhar e o imaginar.
Nós sabemos que para Paulo Freire, na verdade, ninguém educa ninguém, assim como ninguém se educa sozinho. Parece que há uma contrariedade nisso, mas não há! Segundo um outro autor, de cujo nome não me lembro agora, para alguém conseguir comunicar algo para o outro é necessário que esse outro autorize esse alguém. Quer dizer, esse alguém precisa querer desejar que o outro lhe fale.
Assim sendo, o professor só consegue ensinar se houver um aluno predisposto a aprender. Por isso, para que uma aprendizagem ocorra, há a necessidade de um ato coletivo de compartilhamento de idéias, desejos, sonhos e, acima de tudo, esforços entre professor e aluno.
Eis aí algo que deve nos levar a reflexões constantes. Até que ponto eu consigo motivar os meus alunos para que eles consigam se concentrar e construir comigo uma aprendizagem significativa?
Parece que essa é uma questão candente e que preocupa, cada vez mais, o nosso corpo docente.
Um outro aspecto que, com certeza, é relevante é a forma de tratamento que um interlocutor interpõe em relação ao outro. O respeito e a consideração são essenciais.
Nesse sentido, na Revista Linha Direta – Educação por Escrito, no 113, ano 10, agosto de 2007, temos a posição de Luciane Cristina – especialista em psicopedagogia e gerente pedagógica da Editora Opet – quando afirma:
- “Claro, parece estar, que o que se diz, como se diz, em que momento e o por quê se diz – da mesma forma que o que se faz, como se faz, em que momento e por quê se faz – afetam profundamente as relações professor-aluno e, conseqüentemente, influenciam diretamente o processo de ensino-aprendizagem, ou seja, as próprias relações entre sujeito e objeto. Nesse processo de inter-relação, o comportamento do professor, em sala de aula, através de suas intenções, crenças, seus valores, sentimentos e desejos, afeta cada aluno individualmente.”
Para tal – é redundante dizer, mas em Direito se diz: “Dizer duas vezes é melhor do que uma” – é importante o professor: a) adequar as tarefas às possibilidades do aluno; b) fornecer meios para que o aluno consiga resolver as atividades; c) confiar na capacidade dos alunos; d) demonstrar atenção às dificuldades do aluno; e) reconhecer o esforço do aluno; f) elogiar quando alcança o objetivo pretendido e g) comunicar-se com o aluno, na medida do possível, não só na sala de aula.
Corrobora nesse sentido a afirmação da Dr.a Elvira Souza Lima, Doutora em Psicologia e Pós-Doutora em Educação Multicultural, que aborda com profundidade a questão da importância da neurociência na educação, quando diz:
- “O professor é aquele que não é retilíneo metodologicamente. Ele tenta adequar as suas aulas ao perfil da turma.”
Quando as atividades pedagógicas são mediadas pelo professor dessa maneira, acrescidas de acolhimento, simpatia, respeito, compreensão e valorização, não só haverá aprendizagem, como o estabelecimento de um vínculo de confiança e, inclusive, da afirmação da própria auto-imagem do aluno.
Com certeza, a partir dessas premissas, o professor terá todas as condições de exigir de seu alunado, ou como gostam de dizer – tanto os professores, como os alunos – “puxar”.
Cabe, portanto, ao professor criar esse ambiente em sala de aula, fazendo dela um ambiente afetivo para, a partir dele, trilhar com seus alunos em direção aos horizontes desejáveis e planejados.
Concluindo...
Desde o último Congresso da Rede, em Santa Cruz do Sul, em 2006, onde a grande maioria dos professores do Sinodal esteve presente, e, mais uma vez, no Congresso do Sinepe, em julho p.p., venho pensando muito sobre a frase dita e redita muitas vezes pelo filósofo e doutor em Educação, Mário Sérgio Cortella: “A vida é muito curta para ser pequena”. A autoria da frase é do primeiro ministro britânico do século XIX, Benjamin Disraeli.
Nesse mesmo sentido, podemos relembrar as lições de Sêneca, das primeiras décadas do primeiro século da era cristã – que são, ainda hoje, bastante atuais, e inclusive para a primeira década do terceiro milênio –, quando ele, no tratado sobre a brevidade da vida, nos presenteia com as seguintes pérolas:
“Deve-se aprender a viver por toda a vida...” (p. 40)
“Ninguém valoriza o tempo, faz-se uso dele muito largamente como se fosse gratuito.” (p. 44)
“A expectativa é o maior impedimento para viver: leva-nos para o amanhã e faz com que se perca o presente.” (p. 46)
“Se não tomas a iniciativa, o dia foge e, mesmo que o tenhas ocupado, ele fugirá. Assim, é preciso combater a celeridade do tempo usando a velocidade, tal como de uma rápida corrente, que não fluirá para sempre, se deve beber depressa.” (p. 47)
“O que fazemos é breve, o que faremos, dúbio, o que fizemos, certo.” (p. 49)
“A vida do sábio... Algo se perde no passado? Ele recupera com a memória. Está no agora? Ele desfruta. Há de vir com o futuro? Ele antecipa.” (p. 69)
Como educadores, de imediato não podemos permanecer refletindo só no âmago privado. Essa pergunta deve, impreterivelmente, nos remeter a outras perguntas: O que nós fazemos, em termos de educação, contribui de fato e de verdade para que a vida de nossos alunos não seja pequena ou não seja apequenada?
Nossa vida não pode apequenar-se diante dos olhares que não são só silenciosos, mas também interrogativos, vazios ou descrentes, mas suplicantes por ajuda, por afeto, por compreensão, quer seja nas sinaleiras ou nas salas de aula.
Como ajudar a construir um mundo em que se possa preservar a reverência à vida e não a banalidade ou a coisificação da própria vida do ser humano?
Qual é, então, a nossa missão? Ela, a missão, só tem início e nenhum término. O início, sem sombra de dúvida, é nós nos filiarmos ao partido da esperança, pois só assim conseguiremos construir perspectivas e saídas; e elas só ocorrem quando o aluno é a preocupação constante da proposta pedagógica da escola e, conseqüentemente, dos professores enquanto integrantes de um todo que soube construir a sua história, justamente dessa forma.
Shakespeare, com as suas pérolas, vem ao nosso encontro, dizendo:
- “Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos.”
É impressionante, mas parece que da frase brota um combustível próprio e de boa combustão, pois dela nascem outras perguntas, como: Quantas coisas nós, como integrantes de todo o organograma do Sinodal, fazemos, mas onde, de fato, pouco acrescentamos?
Isso me lembrou uma passagem do livro O Mundo é Plano, de Thomas L. Friedman, quando o autor afirma:
- “Cada um tem que se concentrar exatamente naquilo em que agrega valor.”
Daí vem a pergunta: Onde eu agrego valor? Ou: Onde eu posso agregar mais valor? O que eu faço de maneira repetitiva que outros poderiam fazer no meu lugar para sobrar mais tempo para que eu possa atuar naquilo onde posso agregar mais?
Essas são perguntas muito responsáveis, tanto particular quanto profissionalmente.
No fundo o que é? É fazer com que a vida possa ser mais abundante, como, aliás, o próprio Jesus afirmou no Evangelho de João 10,10.
De qualquer forma, a reflexão é muito ampla e nos faz perguntar a nós mesmos: O que nós estamos fazendo com os dons e os talentos que nós recebemos? Estamos correspondendo com eles?
Nesse mesmo contexto, o prof. Osvino Toillier, presidente do Sinepe, no boletim de agosto, cita a seguinte frase: “Aprendi que a gente vive a vida no original, não há tempo para passá-la a limpo”.
Com certeza sabemos disso. Mas como fazer?
Perguntas, sim, perguntas! Por quê? O ser humano só consegue ser útil, verdadeiramente, se ele aprende antes a fazer perguntas do que a ditar respostas.
Para todos aqueles que são educadores e, por isso mesmo, ainda se julgam aprendizes permanentes, as perguntas que instigam e levam à fundamentação são mais importantes que as respostas rápidas, que muitas vezes são meros paliativos para não se resolver as questões de fundo.
Oxalá que nós, como Colégio Sinodal, possamos, cada vez mais, levar os nossos alunos a esses exercícios filosóficos de vida e de existência. Só assim conseguiremos estar no ínterim da pergunta: Que cidadão? Para que tipo de sociedade?
Eis uma permanente e árdua tarefa dos pais e dos professores!
Que Deus, que é a fonte da sabedoria, possa acender em nós a chama da gratidão, da responsabilidade e do amor em favor dos outros, para que possamos contribuir na vida de tantas crianças e adolescentes e de suas famílias, para que cada qual possa se sentir pessoa realizada e também a serviço dos outros na construção de um mundo mais sustentável e humanizado.
Para finalizar, é sempre bom relembrar Drummond, pois as suas palavras elevam o nosso espírito e dão força na caminhada:
“O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente,
Os homens presentes, a vida presente.”
Sejamos, pois, mestres na orquestração das perguntas, afinadores das expectativas, mediadores dos conflitos e condutores dos sonhos daqueles alunos que estiverem conosco em 2008.
Prof. Ivan Renner
Diretor |