
Mensagem do Diretor Geral
Ação e reflexão para nova e melhor ação. Eis a ação educativa que norteia o Sinodal.
“O início do ano não foi fácil.”
Sim, assim diriam alguns. Bem na alvorada do ano de 2010, catástrofes de perto e de longe inundaram e soterraram os nossos pensamentos e sentimentos; não somente como espectadores, mas, sobretudo, como seres humanos que conseguem sentir, em parte, as dores de pessoas que sofrem, choram e lamentam.
Chuvas torrenciais, transformadas em avalanches, fizeram vítimas em Angra dos Reis, RJ, Agudo, RS, Marques de Souza, RS, e em outras tantas cidades da redondeza.
Um terremoto, de pelo menos 7 graus na escala Richter, atingiu o povo mais pobre das Américas, o povo do Haiti. Ironicamente, o Haiti é a parte ocidental da ilha Hispaniola, descoberta por Colombo em 1492. Portanto, foi a primeira terra tocada pelos descobridores. Ela é hoje uma terra paupérrima, acrescida de um terremoto de proporções assustadoras. Uma verdadeira catástrofe, quase que sem limites. Para entender o quase sem limites e o estrago em si, entendidos o definiram como correspondente a 30 bombas atômicas de Hiroshima. Bem, a partir desse comparativo, a gente já consegue dar alguns passos para trás, dar umas respiradas bem fundo e, por alguns instantes, não ter o que dizer.
Avalanches, catástrofes nos deixam perplexos e interrogativos... A dor do ser humano? A dor da natureza? O que temos nós a dizer? O que temos nós a fazer?
Infelizmente, para se perceber que a solidariedade entre os humanos ainda é possível, momentos como esses são ainda os maiores motivadores para se tentar reconstruir algo, pois, nessas situações específicas, muito do que foi nunca mais será, infelizmente!
Por final, cabe ainda uma pergunta não-final: será que o mundo, através dos estados políticos, que investiu trilhões de dólares para salvar o sistema financeiro, é capaz de destinar alguma coisa para salvar o povo haitiano e reconstruir um estado tão instável, fruto de dezenas de anos de ditadura, corrupção e ineficiência político-administrativa? Quer dizer, além do terremoto, há mais o que se fazer.
Começar de novo: oportunidades e novas perspectivas
Após essa introdução funesta, que bom que, graças a Deus, não precisamos, como muitas dessas vítimas, dizer “fim”, mas temos o privilégio de dizer “feliz ano novo” ou simplesmente “bom reinício”. Que bom que podemos “reiniciar”, “reviver”, “recomeçar” juntos e, quem sabe, ainda relacionar tantos outros verbos com o prefixo “re”, que indica “o novo” ou o “de novo”. O que quero grifar são justamente esse movimento e essa força interior que nos podem impulsionar para frente, para novas oportunidades e novas perspectivas.
Em geral, o ser humano se apaixona pelo novo, ou melhor, pelo que está na moda, mas na hora de trabalhar mesmo as pessoas relutam, têm pena de si, relegam e deixam como está para ver como vai ficar. Como é isso entre os educadores? Sem querer fazer um juízo de valor, penso que também em nosso caso, às vezes, não deixa de ser muito diferente.
O mestre em Empreendedorismo, Raúl Candeloro, do Boston College, EUA, chama a atenção sobre a chamada Análise das Forças de Campo, em que descreve dois tipos de forças: as de freio, que desencorajam avanços, e as de aceleração, que encorajam o avanço. Há pessoas que têm mais facilidade para soltar o freio de mão e conseguem avançar de maneira leve, positiva, lógica e confiantemente; outras, no entanto, passam pela vida com o freio de mão puxado, presas, com atitudes de procrastinação, medo e pensamentos emperrados.
Quando a seara é a educação, podemos e devemos dizer que andar para frente é essencial. Porém, frear e parar, às vezes, para reavaliar e “puxar um ar”, é igualmente fundamental. Dessa forma, em termos de educação, com dinamismo e reflexão conseguimos avançar de maneira proativa, convicta e resoluta.
Para que isso ocorra, é sempre bom lembrarmos ou relembrarmos que é importante e vital continuarmos aprendendo a aprender. Assim, “aprender a aprender” deve ser um processo renovador, em que algumas características se apresentam como fundamentais. Vejamos:
→ a flexibilidade nos conduz à adaptação, e não à acomodação;
→ o senso crítico nos motiva a argumentar para que as coisas funcionem melhor e a ter pouca tolerância às coisas que estão “tortas”;
→ a empatia ou a solidariedade nos direcionam a identificar os sentimentos, pensamentos e atitudes das pessoas que estão perto ou longe;
→ a criatividade nos impulsiona para a resolução de problemas;
→ a resistência nos segura em pé, apesar dos tombos;
→ e a curiosidade não nos deixa inertes e parados.
Para um reinício é sempre bom que possamos olhar para dentro de nós e ver o que ainda existe e o que precisa ser renovado, conforme o citado anteriormente. Com certeza, isso nos levará a melhores resultados em nossa ação educativa e também em nossa vida pessoal e familiar.
Atualização e adaptação: um processo constante
Como conseguir uma aprendizagem cada vez mais abrangente e aprofundada? Essa é uma questão central e, por isso mesmo, não pode deixar de centrar a reflexão pedagógica de uma escola nos dias atuais.
Como fazer com que a atividade pedagógica seja de tal forma inter-relacionada no que se refere aos conteúdos para que eles não permaneçam fracionados e segmentados, como sempre foi? Como fazer com que as disciplinas sejam mais associadas e integradas? Em outras palavras, é dizer e desejar que os componentes disciplinares dialoguem mais entre si. Com certeza, essas são perguntas e tarefas que ainda precisarão ser mais perseguidas. Por quê? Simplesmente porque a formação pedagógica, até há alguns anos, não respondia a essas questões, e também porque o viés conceitual e metodológico não era bem esse.
Agora resta à escola correr atrás. Por quê? Uma vez, porque a interdisciplinaridade desafia o professor a integrar os conteúdos de forma mais global, abrangente e inter-relacional; e outra, porque possibilita ao aluno um entendimento mais amplo e integral dos conteúdos, do mundo e da própria vida em si.
O ENEM, quem sabe, é o grande motivador ou cobrador oficial para que isso seja alcançado em nosso país e, por que não dizer, também no Sinodal. Aqui temos dito – haja vista que o Sinodal é o detentor da melhor média entre as escolas particulares do RS – que não precisaremos de muitas mudanças, mas, tão-somente, de alguns retoques. Isso, de qualquer forma, não quer dizer, necessariamente, que seja pouco.
Nesse sentido, a revista Isto é, de setembro de 2009, estampou em sua capa: “A Nova Educação”. A partir da página 81, registra o seguinte:
“As instituições de ensino terão de oferecer aos estudantes a oportunidade de debater um mesmo assunto em várias matérias do currículo escolar, de maneira integrada. Temas como a gripe A, por exemplo, podem e devem ser enfocados do ponto de vista da geografia, da matemática, da história e da sociologia.”
“Os professores também são obrigados a se atualizar. Quem não voltar a estudar e valorizar a transmissão de um ensino inteligente está fadado a ficar para trás. O aluno está antenado por todos os meios possíveis, graças ao acesso à internet. Precisa, porém, aprender a organizar tanta informação.”
“Geração Z”: um desafio para nós, pais e professores
Na mesma direção vai a nossa conhecida Lea Fagundes, doutora em Ciência-Psicologia da UFRGS. Ela observa o seguinte:
“Tradicionalmente as informações foram transmitidas de forma linear, sequencial e compartimentalizada. Essa é a cultura do livro e da escola tradicional, nos quais os conhecimentos são repartidos em disciplinas estanques e se estabelece que é preciso conhecer um determinado conteúdo antes de aprender o conteúdo seguinte. As novas descobertas sobre como o cérebro funciona, no entanto, revelam que essa forma de conceber o aprendizado não aproveitava todo o potencial humano. Agora se sabe que o cérebro funciona em rede. Acontece que, no mundo digital, as condições são semelhantes. Não há linearidade nem pré-requisitos para que se passe de uma coisa para a outra. Por isso, a internet favorece o desenvolvimento da inteligência e a forma de apreender o conhecimento. As crianças já estão aproveitando isso, mas as escolas ainda têm de aprender a orientar e a oferecer liberdade de exploração.”
Entendidos nessa área também apontam a antítese do processo. Entendem, por exemplo, que a assim chamada “geração Z” (nascida depois do ano 2000) – que vive em um mundo diferente, conectado, onde tudo é muito rápido e instantâneo – vive muito angustiada, não tem muita paciência para estabelecer relações mais profundas, tudo é muito “líquido”. Aliás, Zygmunt Baumann, um dos maiores teóricos da pós-modernidade, é o autor da frase: “Passamos a viver tempos líquidos.” Tentando decodificar, saímos de um mundo de certezas para outro em que as coisas ainda não são. Tudo isso gera uma insegurança tremenda.
Para essas crianças que chegam hoje na escola, detentoras de tantas informações de tela, os pais e os professores deixaram de ser os “proprietários do conhecimento”. Quer dizer, tanto para os pais como para os professores tudo isso passou a ser um verdadeiro desafio. Como acompanhá-las com segurança para que elas continuem ávidas por informações, mas amparadas para que essas informações possam se constituir em conhecimento?
Nesse contexto, o psicanalista Alfredo Jerusalinsky chega a dizer:
“A internet favoreceu a objetivação e contribuiu para empobrecer a subjetividade”. Isso nos deve levar a pensar... Para ele, houve impacto até na ética. Bem, nisso, certamente, todos nós concordamos, haja vista os exemplos que chegam ao nosso conhecimento, como a pedofilia, o racismo, a promiscuidade etc.
Essas ações que os nossos alunos são instigados a ver quando mal monitorados dão mostras dessa erosão ética do mundo real para o mundo virtual e, quem sabe, vice-versa, de maneira lamentável, sem que se estabeleça uma reflexão ou um filtro a partir de valores universais. O incrível é que para muitos tudo isso parece normal ou tudo é possível. Alto lá! Nós, como pais e educadores, devemos possibilitar as devidas paradas para a devida reflexão e para a constituição de uma nova ação que respeite o outro. Isso, de acordo com Paulo Freire, é a verdadeira educação. E põe educação nisso! Essa tem o condimento da ética e da moral, tão necessários. Caso contrário, a enxurrada será grande!
Segundo vasta reportagem de Zero Hora, no dia 27 de dezembro, os anos 2000 foram também o império dos amigos quase anônimos, dos relacionamentos de fácil entrada e fácil saída. Isso tudo pode criar uma situação em que ninguém mais suporta a frustração...
Bem ou mal, eis os frutos bons, e quem sabe nem tão bons, que a sociedade cria e que nós temos o compromisso de ajudar, tanto na família como na escola.
Nível de exigência. Não dá para abrir mão!
É bem verdade que o Brasil conseguiu ultrapassar o primeiro momento da crise econômica de maneira meio honrosa. Não queríamos acreditar, mas para o Brasil a crise realmente foi tão-somente uma “marolinha”, termo empregado na ocasião pelo Presidente Lula.
Contudo, a crise que reina no império da educação brasileira parece não ter fim. O último relatório “Educação para todos” da UNESCO apontou o Brasil na lastimável 88ª colocação, atrás de países como Paraguai, Equador e Bolívia. Isso só para citar alguns países vizinhos.
Sem sombra de dúvida, isso é profundamente lastimável porque um país que até economicamente consegue avançar um pouco dificilmente conseguirá se manter ou avançar de maneira mais consistente se não tiver na educação uma de suas prioridades.
Sobre esse assunto, a conhecida e reconhecida Lya Luft, na revista Veja de 3 de fevereiro deste ano, assim expressa o seu lamento e a sua opinião:
“Somos péssimos em educação... Tantos são os jeitos e os recursos favorecendo o aluno preguiçoso que alguns casos chegam a ser bizarros: reprovação, só com muito esforço. Trabalho ou relaxamento têm o mesmo valor e recompensa.”
Descrevendo sua experiência docente, ela continua, arrematando:
“Exerci o duro ofício durante dez anos, nos quais me apaixonei por lidar com alunos, (...). Em suma, quando a escola e a universidade eram lugares de compostura, trabalho e aprendizado. O relaxamento não é geral, mas preocupa quem deseja o melhor para essa terra.”
Observando e lendo todos esses depoimentos, tenho cada vez mais a certeza de que nós estamos no caminho certo. Os nossos resultados no ENEM, nos vestibulares, no desempenho profissional e no compromisso social e político de nossos alunos, depois da universidade, confirmam, em parte, o afirmado.
Todo o trabalho que fizemos no final do ano, no sentido de aumentar ainda mais a base curricular, com mais carga horária em alguns componentes curriculares, acrescido da esquematização e sistematização de provas fixas semanais para os alunos do Ensino Médio, é um indicativo de que queremos que os nossos alunos saiam bem preparados do Sinodal, não só com um conhecimento horizontal, mas também com a devida verticalidade.
Por fim, uma palavra aos primeiros educadores e aos educadores para toda a vida: os pais
Na proposta pedagógica do Sinodal, os pais são vistos e percebidos como parceiros da escola. Por isso, o quanto o colégio pode e consegue, ele tenta estreitar e fortalecer os laços entre escola e família.
É bem verdade que isso dá um trabalho e tanto. Toda a equipe diretiva, pedagógica e docente sabe muito bem disso. Porém fazemos aquilo em que nós acreditamos. Acreditamos que, quando essa relação é fortalecida, quem ganha, em si, é o aluno. E, se o aluno ganha, logicamente quem também sai ganhando é a própria escola e a própria família. Em suma, quando essa tríade consegue se estabelecer, muitas barreiras podem ser derrubadas e outras tantas pontes erigidas. Mas, para que isso possa ocorrer, necessário é que cada qual assuma a sua responsabilidade. A do aluno diz respeito ao compromisso de se esforçar e de estudar. Não podemos esquecer – dependendo da idade – a profissão do aluno é estudante! Cabe aos professores serem os motivadores e os instigadores do processo de aprendizagem. Aos pais, por último, assiste a tarefa complementar do incentivo e, por que não dizer, da cobrança. Sim, também da cobrança! Nesse sentido, alguém certa vez disse: “Confiar é bom, fiscalizar é melhor”. Isso é aplicável em muitas áreas, mas também na educação, sem medo de ser taxado de ridículo ou antiquado.
Especialmente para os pais, aqueles que muitas vezes ficam meio perdidos nos dias de hoje, não sabendo o que dizer e fazer, gostaria de trazer mais algumas reflexões.
Observa-se que os pais, muitas vezes absorvidos pela demanda do trabalho porque querem fazer jus aos desejos e às vontades dos filhos – dando-lhes tudo o que não tiveram na infância e que agora os seus filhos pedem e dizem precisar (eletrônicos cada vez mais avançados, roupas e tênis de grife, brinquedos caros, bons restaurantes, viagens etc.) –, não têm mais tempo para fortalecer a relação pais/filhos em detrimento dessa satisfação/consumo.
Todos nós sabemos que tudo isso também é bom, mas necessariamente não é o essencial. O que se quer dizer, em outras palavras, é que o estabelecimento de vínculos estreitos entre pais e filhos é mais importante e substancial. Desse jeito de viver certamente surgirão verdadeiras raízes, que se posicionarão embaixo de seus pés.
Lembremo-nos de que nós, na nossa infância, tínhamos muito pouco dessa satisfação material, mas, em compensação, em geral, era muito forte o estabelecimento da interação interpessoal, familiar e com a vizinhança. Além do mais, era claro que a responsabilidade, a consideração, para não dizer o respeito para com os mais “velhos”, e a simplicidade, como jogar bola com os amigos, apanhar laranjas, dar banho no cachorro, ou as longas conversas à noite ao redor da mesa com os pais e/ou avós eram componentes importantes que não nos tornaram insatisfeitos e nem tampouco traumatizados.
Vale lembrar também que muito mais do que o número de horas presentes com os filhos vale a intensidade do afeto e do valor que se dá na hora de estarmos com eles. O abraço, o aconchego, a escuta atenta, o diálogo adequado à idade, a colocação de limites, o monitoramento com relação às companhias e amizades são elementares para que eles cresçam e se desenvolvam com segurança.
Assim, o consumo que quer direcionar as nossas vidas para a felicidade ou infelicidade, realização ou não-realização, boa autoestima e pouca autoestima não deve ter a última palavra e nem deve ser a condicionante para roubar o nosso precioso tempo com os nossos filhos. Não esqueçamos, eles só terão uma vez 3 anos na vida. Mais adiante, só terão uma vez 15 anos. E o tempo passa rápido. Por isso, também não nos esqueçamos: “Brincar com criança não é perder tempo, é ganhá-lo”, como afirma Jacir J. Venturi, autor do texto “Falta de tempo para educar?”, na Revista Linha Direta, de março de 2009.
Nesse mesmo sentido, ele lembra que “a paternidade responsável é uma missão e um dever a que não se pode furtar. Ah, como dói ver filhos órfãos de pais vivos! Sacrificar a vida pessoal em prol dos filhos faz-se necessário... A nossa vida profissional, apesar de suas exigências, pode muito bem ser ajustada a uma vida particular equilibrada. Dosar o tempo é a excelsa sabedoria. Como em todo o processo educativo, há de prevalecer o bom senso”.
Em resumo, como sempre: equilíbrio! Ou como diria Cícero:
“Virtus est medio.”
Em outras palavras: “A virtude está na moderação!”
A gente consegue equilibrar quando consegue dividir. O quê? As responsabilidades. Dessa forma, não será preciso ter perdas no exercício responsável profissional e nem na função paternal/maternal.
Quantos pais existem que são bons profissionais e, ao mesmo tempo, são bem presentes na escola, acompanhando pari passu as atividades dos filhos?
Sinceramente, eu fico feliz quando percebo que os pais se sentem, na medida do possível, parte inerente ao processo educacional aqui no Sinodal. Essa relação é fortalecida e alimentada por todo o trabalho competente que é realizado pelos professores nas entrevistas constantes durante todo o ano com pais e com os alunos. Também pelo trabalho que é realizado no CPP (Círculo de Pais e Professores), através das suas múltiplas e variadas atividades, que sempre são eleitas anualmente e que aproximam também em muito as famílias do colégio. Nesse sentido, destaca-se a Rede de Pais, um dos setores do CPP, que tem entre seus objetivos fortalecer os vínculos entre pais e filhos e evitar com que eles precocemente enveredem para o uso do álcool.
Assim, vê-se e percebe-se que temos “muita gente boa”, i. e., pais que arregaçam as suas mangas em prol de seus filhos. Certamente eles sabem e confiam que o exemplo é a maior linguagem. Sim, essa linguagem marca e deixa profundas raízes que sempre irão aparecer no espelho retrovisor da vida deles.
Por isso, muito obrigado a todos esses pais. Continuem assim, dando-nos o apoio necessário, pois, desse modo, com certeza o trabalho de nossos professores poderá se tornar mais leve e, por isso mesmo, cada vez mais concentrado no desenvolvimento cognitivo.
A toda comunidade escolar desejo que Deus possa nos abençoar e dirigir os nossos passos, para que nós possamos alcançar corações sábios e mentes iluminadas para o exercício responsável de nossas funções e tarefas.
Obrigado!
Prof. Ivan Renner
Diretor Geral |